Os blogs morreram?

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Por Marcia Ceschini | Mídias Sociais | 03.09.2010

Apesar de haver muitos especialistas e estudiosos dizendo que os blogs morreram, eu digo que não.  E com que autoridade digo isso? Com minha experiência de hoje na Unitau.

Longe de ser um texto autopromocional, é um relato da importância e do papel dos blogs na comunicação digital.

1- Os organizadores da Unitau chegaram até minha pessoa através dos textos que escrevo no blog do INPG. Ali na minha “bio”, descobriram que sou Relações Públicas atuante em comunicação digital. Convidaram-me para a palestra.

2- Após a palestra, fui entrevistada por duas alunas de RP, responsáveis pelo jornal do curso. E todas as perguntas delas foram baseadas em artigos que escrevi ou no Oras Blog! ou no A Bordo da Comunicação. Teve artigo do ano passado que virou pauta.

Isso sem contar no Douglas, de jornalismo, que deu um “Google” em meu nome e já veio com as perguntas prontinhas também.

Fico muito feliz por ver os futuros alunos interessados na comunicação digital, e não nas redes. As redes usamos para fins pessoais; as mídias, com fins estratégicos.

Blogs de crowdsourcing como Ocappuccino, A Bordo da Comunicação, Mídiaboom, Coworkers, só para citar alguns, é  grande tendência e sacada. Até o Oras Blog! vai entrar nessa. Depois dos textos do Rodrigo Cogo, o Pedro Prochno iniciou ontem como autor convidado.

A mensagem é clara. As mídias sociais não acabam; podem estagnar, como MySpace. Mas temos que lembrar que tem sempre alguém recém descobrindo as redes.

Aprendendo um pouco sobre Marketing de Relacionamento

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Por Camila Carrano | Comunicação e Marketing | 02.09.2010

É constante a mudança na sociedade de consumo nos últimos anos. Da década de 90 até o início deste século, as organizações possuíam um enfoque nos segmentos de mercado, onde as participações no mercado traduziam o sucesso empresarial. Atualmente, o enfoque se modifica, sendo nos clientes individuais, e o sucesso é avaliado sobre a participação do valor vitalício de clientes prioritários.

Assim, o marketing de relacionamento é a utilização de técnicas de marketing, apoiadas  em  tecnologia, objetivando a criação de um relacionamento mais próximo com o cliente, buscando sua fidelização. Consiste em identificar clientes, criar e administrar relacionamentos e permear o conceito em todos os ambientes da empresa.

Tipos de Clientes

Os clientes esperam que detalhes sobre o relacionamento fiquem disponíveis para qualquer pessoa da empresa, facilitando o acesso e as interações, e que essas informações sejam utilizadas a favor dele (adequação). Eles se diferem em grau de importância, através da sua relação com a marca. Podem ser divididos em algumas categorias como:

Experimentadores – descobriram a empresa recentemente e fazem compras experimentais dos produtos e serviços;

Compradores – experimentadores satisfeitos com a experiência inicial, e já consideram a empresa como uma alternativa em suas compras;

Clientes Eventuais – ainda não foram inteiramente conquistados;

Clientes Regulares – compram há muito tempo, já foram conquistados pela marca;

Defensores – alto nível de comprometimento com a empresa. Deixariam de comprar produtos e utilizar serviços da empresa somente por graves problemas.

Níveis de vínculo com o cliente:

Vínculo estrutural – cliente e empresa estão integrados pela estrutura;

Vínculo de valor de marca – valor à marca e seus atributos funcionais e emocionais;

Vínculo comportamental – profissionalismo, técnica, dedicação ao cliente, receptividade etc.;

Vínculo pessoal – relacionamento pessoal com alguém da empresa;

Vínculo de informação e controle – os clientes se beneficiam com informações, relatórios, pesquisas etc.;

Vínculo de valor – os clientes adquirem “valor” da empresa. E, sendo assim, acreditam que continuarão recebendo mais (programas de fidelidade);

Vínculo de opção zero – o cliente não tem opção, custos são levados em consideração.

Em muitos casos é menos dispendioso reter clientes atuais do que atrair novos clientes. Os clientes fiéis acreditam que recebem melhores atendimentos, e, por isso, é necessário reconhecê-los e tratá-los de acordo com a necessidade do seu tipo e identificar seu tipo de vínculo com a empresa. As conexões estabelecidas farão com que os relacionamentos se tornem mais contínuos e intensos, dando opção para empresa de intensificá-los ou até cortar os mesmos.

As mudanças das expectativas dos clientes em relação às empresas estão crescendo atualmente. Uma empresa deve ter como ideia principal a segmentação de clientes e não de mercados, através de tratamentos diferenciados na hierarquia de clientes.

Com as atuais tecnologias é possível desenvolver uma boa cadeia de relacionamento através dos dados dos clientes, porém os canais de comunicação devem ser humanizados para atrair e fidelizar seus públicos. O papel da informação sobre o cliente é fundamental quando se fala em marketing de relacionamento, pois através dos dados compartilhados por certos tipos de tecnologia, pode-se fazer o marketing one to one.

Utilização de tecnologia no marketing de relacionamento

O CRM (Customer Relationship Management) envolve capturar dados do cliente, consolidar estes dados capturados em  um  Banco de Dados Central, analisar os dados consolidados, distribuir os resultados dessa análise aos  vários pontos de contato com o cliente (RH, Vendas, Financeiro), de forma a utilizar positivamente as informações.

Como uma das principais vantagens, O CRM possibilita a segmentação dos clientes de acordo com a hierarquia, trabalha com investimentos customizados, reconquista clientes, gera fidelidade ou longevidade dos relacionamentos, avaliação e reavaliação constante dos processos de marketing da organização, pesquisa, aumento da produtividade dos canais de relacionamento, entre algumas reduções das expectativas dos clientes, barganha por preços e decisões incorretas.

O uso da tecnologia permite a redução da papelada, o tempo de consulta se torna mais rápido e o esforço braçal diminui. As informações, além de serem sempre atualizadas, possuem uma segurança em seu acesso através das permissões de compartilhamento.

A falta que um planejamento nos faz…

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Por Andrea Gomes | Comunicação Estratégica | 01.09.2010

Acho que nunca vivi os versos da canção: “todo dia ela faz tudo sempre igual…”. Com a velocidadeem que as coisas estão, muitas vezes tenho a sensação de que as 24 horas do dia são insuficientes para o volume de atividades que tenho para fazer.

Trabalho, faculdade, amigos, família, estudos; é tanta coisa que confesso que muitas vezes me vejo sem saber por onde começar.

Em horas como essas, a palavrinha “planejamento” sempre vem a minha mente. Afinal, qual a importância de planejar?

Segundo Kunsch, “para as organizações o planejamento é importante porque permite um redimensionamento contínuo de suas ações presentes e futuras. Possibilita conduzir os esforços para objetivos pré-estabelecidos, por meio de uma estratégia adequada e uma aplicação racional dos recursos disponíveis.”

Saindo do foco das organizações, encontrei uma matéria muito interessante da @vocesacom Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa, autores do livro “Mais tempo, mais dinheiro” (Editora Thomas Nelson), que trata exatamente deste tema. Eles formularam um interessante método para ajudar as pessoas a organizar as finanças pessoais e as atividades profissionais. E adivinhem qual é a base desse método? PLANEJAMENTO. Segundo eles, elaborar um diagnóstico que contemple suas aspirações pessoais, além de descobrir em que você gasta seu dinheiro e tempo é o primeiro passo a ser dado. Definir prioridades, fazer escolhas e eliminar barreiras à produtividade pessoal e à poupança familiar. Será mesmo? Preciso ler esse livro!

Para mim, o momento mais crítico ao elaborar um planejamento, seja no campo pessoal ou profissional, é a definição do que é mais importante. Porque tudo que tenho a fazer é importante e urgente!

Mas aí vêm as dicas:

1)    Defina seus objetivos;

2)    Elabore projetos de curto, médio e longo prazo;

3)    Crie tarefas com prazos para realizar visando o alcance desses projetos e objetivos.

E você,já está convencido de que planejar é o melhor negócio?

Blogs Corporativos para Desenvolvimento de Produtos e Serviços

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Por Anamaria Oliveira | Blogs Corporativos | 30.08.2010

Para retomar nosso bate-papo sobre Blogs Corporativos, o tema de hoje será o blog corporativo para desenvolvimento de produtos e serviços.

Desenvolvimento de produtos ou serviços depende, essencialmente, de ambientes criativos e interativos, onde novas ideias e discussões são propostas a todo momento para se chegar ao objetivo almejado. Então, vamos refletir sobre este contexto pensando no dia a dia de empresas globais?

Empresas, parceiros, clientes, equipes e outros stakeholders ficam dispersos geograficamente, mas, em essência, precisam sempre estar ligados diretamente. Porém, não é muito fácil reunir todas as pessoas-chave para a criação coletiva presencial e, para que todo o processo flua normalmente, há necessidade de otimizar tempo e recursos, ou seja, conectá-los.

Essa dificuldade de reunir toda a equipe exige que as empresas adotem uma ferramenta de comunicação independente de tempo e espaço. Mas que também permita uma interação ágil e que estimule a inteligência coletiva a potencializar a qualidade do produto final.

O blog aparece como ferramenta bastante indicada para este cenário, pois nele cria-se um espaço que propicia a interatividade entre os desenvolvedores e parceiros. Aqui estão as maiores vantagens desta ferramenta aplicada ao contexto de criação de produtos: um ambiente de colaboração, ágil e acessível em qualquer dia, hora e lugar.

A utilização do blog no apoio à área de produtos é crescente no meio corporativo, sendo uma realidade em empresas como Procter & Gamble e HP. Normalmente estes tipos de blogs são abertos somente aos stakeholders, como membros de comunidades de inovação. Uma referência aberta na Internet é o caso do Blog Android, liderado pelo Google.

O Android é a plataforma open source criada pelo Google para o desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis, e sua criação envolveu várias pessoas em todo mundo. O blog passou a ser a principal ferramenta para troca de informações e updates, atuando como orientador para vários programadores que participaram do projeto.

Esse exemplo mostra que o blog corporativo pode ser utilizado de forma eficaz na condução de desenvolvimento produtos de vários níveis de complexidade, principalmente por ser um espaço único, colaborativo e acessível.

Quem poderia imaginar que na simplicidade de um blog, com características que parecem tão óbvias, estaria o caminho para se chegar mais rápido à concepção de produtos ou serviços? Muitas vezes, as soluções são mais simples do que se imagina.

Com este post, a série dos Blogs Corporativos vai chegando ao seu final. Como tratamos sobre vários tipos de blogs, vale relembrar que antes de se chegar a algum deles, é preciso ter em mente que o blog nasce para uma missão. Ou seja, ele deve ter uma vocação, e as três principais são: relacionamento, colaboração e comunicação. Para cada vocação haverá um plano de governança e boas práticas específicas.

Espero que os conteúdos apresentados tenham trazido novas ideias e bons aprendizados a todos e que na concepção ou na condução de um blog, as experiências trocadas aqui possam ser aplicadas por todos vocês.

Lançamento do livro “Assessorias de Comunicação”

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Por A Bordo da Comunicação | Comunicação Organizacional | 28.08.2010

Autora internacional lança sua obra: Assessorias de Comunicação em São Paulo

  • Evento de lançamento terá debates sobre o tema: “Assessorias de Comunicação: cenário atual e desafios futuros – relações entre Espanha e Brasil”.
  • Participações confirmadas de Carlos Carvalho, Diretor Executivo da Abracom, e Cristina Iglecio, General Manager da The Jeffrey Group.
  • A obra aprofunda análise sobre as áreas de atuação, estrutura, ferramentas, crescimento no mercado, papel social da comunicação e questões éticas ligadas ao trabalho de uma assessoria.

O livro Assessorias de Comunicação é escrito Ana Almansa, doutora em Comunicação e atualmente professora do curso de Graduação em Publicidade e Propaganda e Relações Públicas da Faculdade de Ciências da Comunicação da Universidade de Málaga na Espanha.

Resultado de uma vasta pesquisa bibliográfica, em nível internacional, sobre as assessorias de comunicação na Espanha traz comentários da tradutora, Andreia Athaydes, que traça um paralelo com a realidade brasileira.

“Na atualidade, qualquer organização tem necessidades comunicacionais, por isso é praticamente indispensável trabalhar com uma assessoria de comunicação”, explica a autora Ana Almansa.

O livro amplia a compreensão do universo de uma assessoria de comunicação, abordando de forma didática, a organização, os produtos e as orientações éticas de como devem ser as assessorias de qualquer tipo de organização. Voltado principalmente para estudantes da área de comunicação, assim como jovens profissionais ou mesmo empresários que querem entender como uma assessoria pode contribuir para os seus negócios. A obra tem 200 páginas e chega ao mercado com o preço de R$ 36,90.

Serviço

Lançamento com mesa-redonda e sessão especial de autógrafos

Data: 8 de setembro – quarta-feira

Local: Livraria Fnac – Pinheiros

Endereço: Praças dos Omaguás, 34

Horário: das 19h às 21h30.

Evento gratuito. Inscrições limitadas!

RSVP: (11) 4227-9400 / mayara.romao@difusaoeditora.com.br

*** Release encaminhado pela nossa parceira Editora Difusão.

As faculdades ensinam Marketing e Relações Públicas 2.0?

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Por Newton Alexandria | Comunicação e Marketing | 27.08.2010

Tudo cresce no mundo digital, mas as faculdades não acompanham a demanda de formação de profissionais que entendam e trabalhem com esse ambiente.

Mercadólogo, digo por experiência própria, pois seis meses antes de sair da faculdade, em maio de 2008, fui trabalhar como responsável pela área de Comunicação e Marketing de uma pequena empresa e desbravei praticamente sozinho, com a ajuda da Internet, os conhecimentos mais primários que um profissional de áreas ligadas à comunicação e mercado precisa saber para assumir suas funções nesse mundo globalizado, tecnológico e digital.

Desde um e-mail marketing até técnicas de SEO, acredito que pelo menos boa parte teria de ser dada nos cursos ligados à comunicação e mercado, pois assim, os egressos  da faculdade estariam muito mais preparados para trabalhar em empresas que, em muitos casos, são totalmente digitais. Mas o que acontecia, pelo menos comigo, é que os professores sequer citavam conceitos e noções de marketing digital.

Não dá para termos um mercado largamente digital e nossas universidades ainda serem analógicas e ensinando mal a teoria. Para isso, a meu ver, as universidades devem reformular esses cursos, incluindo neles disciplinas que estejam de acordo com o que está na ordem do dia do mercado. Não dá mais para as faculdades acharem que o aluno deve conhecer mídias sociais, marketing digital, relações públicas 2.0 e correlatos em cursos de extensão ou em outros estágios da formação acadêmica.

Pena do universitário que fica esperando conteúdo só de dentro da sala de aula, do conteúdo programático de seu curso, que muitas vezes o professor nem passa correta e integralmente; ele deve buscar em paralelo – mesmo sendo difícil conciliar com trabalho e outras atividades – conhecimentos técnicos, principalmente no que se refere à linguagem da web, consumidor on-line, estratégias verdadeiramente integradas de comunicação off e on-line.

Está certo que somos de uma geração – a Y – que tem muito mais familiaridade e identificação com novas tecnologias, mas nem todo mundo é autodidata ou gênio que aprende de um dia para o outro; por isso, reitero, a necessidade de os universitários saírem da faculdade mais profissionalizados e inteirados com o que é realidade, com o que vão encontrar no mercado, no dia a dia nas empresas.

Será que o cenário mudou de dois anos para cá? Quais suas considerações e reivindicações sobre essa questão?

Promoção #confiarp > 27º Congresso Interamericano de Relações Públicas

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Por A Bordo da Comunicação | Promoção | 27.08.2010

Está a fim de ir? Use sua criatividade!

A  Confederação Interamericana de Associações de Relações Públicas – Confiarp em parceria com a Associação Brasileira de Relações Públicas – ABRP/DF, realiza o 27º CONGRESSO INTERAMERICANO DE RELAÇÕES PÚBLICAS nos dias 26 a 30 de setembro de 2010, em Brasília/DF.

O @27confiarp – que em 2010 completa 50 anos – objetiva, com o tema Relações Públicas e Novos Paradigmas de Responsabilidade Social e Sustentabilidade, discutir os novos paradigmas da sustentabilidade e sua importância para a sociedade.

Além de profissionais da acadêmia da América Latina, o evento contará com a presença do professor James Grunig e de representantes de grandes organizações, como Cola-Cola, Basf, Tetra-Pack, Petrobrás, entre outras, falando das práticas de gestão estratégica da comunicação.

O blog A Bordo da Comunicação em parceria com Ocappuccino irá presentear 10 leitores com inscrições para participarem do CONFIARP. Basta usar sua criatividade e responder as duas questões no final do formulário. Depois torça muito para que as suas respostam sejam escolhidas. Receberemos respostas até a próxima sexta-feira, 3 de setembro.

Clique aqui para responder o questionário.

Um voto a favor do bom senso

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Por Natalya Nunes | Comunicação e Política | 25.08.2010

Sei que não é um tema a ser discutido, como disse em meu último post, mas estou aqui novamente para falar sobre política.

Em tempos de eleições, os candidatos utilizam as ruas, calçadas, muros, semáforos, carros, postes e qualquer outra coisa que eles acharem que é conveniente como mídia para fazer o eleitor ter conhecimento de suas candidaturas.

O que está em questão é que a lei Cidade Limpa vigora no estado de São Paulo desde o início de 2007, mas a propaganda eleitoral não sofre as restrições por fazer parte de uma categoria especial de anúncios, que engloba características específicas, com finalidade cultural, eleitoral, educativa ou imobiliária.

Eu concordo que essas exceções são necessárias, até porque precisamos estar bem informados sobre os candidatos, porém sou a favor do bom senso e acredito que ele é um aliado à liberdade de expressão. Então, acredito que os políticos obterão um sucesso bem maior em suas campanhas se utilizarem a criatividade em vez do bombardeio.

Como aspirante à publicitária, sou totalmente a favor da liberdade de expressão, o que não significa que eu ache bonito e, mais do que isso, não significa que eu ache correto sermos obrigados a saber quem são os candidatos aos cargos políticos de maneira tão gritante.

Em tempos onde as pessoas são livres para decidir se querem ou não ver propaganda, chega a ser um risco esse tipo de comunicação chamada Boca de Urna. O consumidor da nossa era não gosta de ser passivo, ele quer interagir, não quer mais ser visto como um consumidor – ou, neste caso, como um eleitor; ele quer que a comunicação o trate com respeito. Pelo menos é o que eu quero. E você?

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